Ataques terroristas: veja 6 dicas para o varejista se proteger

Shopping Mall

Recentemente, um vídeo divulgado por militantes incitou ataques terroristas a shopping centers de Londres, Estados Unidos e Canadá. A ameaça, atribuída supostamente ao grupo Al-Shabaab, compõe a onda de riscos relacionados a atentados. Para os varejistas, além das consequências financeiras, isso representa publicidade negativa duradoura e problemas de reputação. Eis, portanto, algumas orientações para ajudar a realizar um planejamento estratégico de segurança.

  1. Revise sua avaliação de risco e planos de segurança

É importante certificar-se de que você tem potencial de risco ao revisar seus planos de avaliação e de segurança. A participação dos seus membros locais de segurança e da força policial traz um ponto de vista objetivo e ajuda a garantir que seus planos sejam suficientes e adequados. Assegure-se de que eles são simples, claros, flexíveis e compatíveis com as estratégias existentes, bem como a garantia de que todos os regulamentos necessários sejam cumpridos, como a permissão local, planejamento, autorizações de construção e requisição de normas de prevenção de incêndios, entre outros itens de segurança e saúde.

  1. Melhore a formação de pessoal e comunicação

Reiterar e treinar novamente são atitudes importantes para aumentar a consciência e se certificar de que todos os funcionários (incluindo limpeza, manutenção, pessoal contratual e terceirizado) estão devidamente preparados.

A equipe deve ser alertada a ter cuidado com sacolas e pacotes incomuns ou outros itens deixados em lugares estranhos, além de pessoas que demonstrem interesse particular em áreas mais importantes ou menos acessíveis. Eles também devem ter a confiança para relatar comportamentos suspeitos.

A comunicação é fundamental para reforçar essa capacidade, incluindo a possibilidade de envio de memorandos para gestores e o uso de cartazes em pontos de entrada e áreas comuns – a comunicação regular e consistente representa maior vigilância.

  1. Estabeleça contato com a Segurança Antiterrorista 

Alguém deve ser o responsável por estabelecer contato com o conselheiro de segurança local, que pode:

  • Ajudar a avaliar a ameaça, de modo geral e específico.
  • Dar conselhos sobre equipamentos físicos de segurança.
  • Organizar o contato com os serviços de emergência e autoridades locais para desenvolver planos de contingência e de resposta.
  • Identificar organismos comerciais para o fornecimento e instalação de equipamentos de segurança.
  • Oferecer conselhos sobre planos de pesquisa.

Se um conselheiro antiterrorista identificar quaisquer vulnerabilidades de segurança, ele pode alertar as autoridades apropriadas da necessidade de uma inspeção.

  1. Mantenha boa manutenção doméstica

Na prática, isso significa usar sacolas plásticas transparentes para a eliminação de resíduos, ou estabelecer um procedimento para a verificação do registro dos veículos dos contratantes. Em nível mais estratégico, isso significa garantir a organização de um sistema de segurança que possua uma fonte de alimentação ininterrupta e regularmente testada. Todos os equipamentos, desde sistemas de TI a extintores de incêndio, devem ser verificados e monitorados para uso.

  1. Controle o acesso ao edifício

Para realizar um ataque, os terroristas precisam ter acesso físico ao local. Em áreas públicas, o controle torna-se muito difícil, por isso é necessário reforçar a verificação de sistemas internos de TV, aumentar a segurança física e alertar os funcionários, assim como em outros locais de entrada, como as entradas de funcionários, pontos de entrega e coleta, além do acesso à manutenção.

Considere também quem recebe permissão de acesso como, por exemplo, os trabalhadores temporários, empreiteiros e entregadores. As necessidades do negócio devem estar em equilíbrio com uma segurança eficaz e qualquer sistema deve funcionar de acordo com a legislação pertinente.

  1. Certifique-se de ter uma equipe rigorosa de segurança

Algumas ameaças externas, sejam elas terroristas, criminosas ou de concorrentes que buscam vantagens de negócios, podem contar com a cooperação de um infiltrado, que pode ser um empregado, um empreiteiro ou um membro da equipe da agência contratada para autorizar o acesso às suas instalações.

Políticas e procedimentos de segurança limitam o risco de funcionários e pessoas não autorizadas terem acesso legítimo a instalações ativas, enquanto que a triagem estabelece se a pessoa agiu dissimuladamente, fornecendo informações importantes de forma deturpada.

About Kelvyn Sampson

Kelvyn Sampson is the Retail, Leisure and Hospitality Industry Practice Leader for Willis Towers Watson, Great Brit…
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