Pesquisa revela aumento do bem-estar no local de trabalho

Programas de bem-estar parecem estar mais enraizados nas estratégias dos empregadores. Isso é o que mostra um estudo da Willis sobre Saúde e Produtividade, de 2015, que entrevistou mais de 700 empregadores em todo o Estados Unidos para descobrir o quão amplo e profundo estavam esses programas. Os resultados: programas de bem-estar para os funcionários tornaram-se parte do negócio. Alguns fatos apoiam esta afirmação:

A grande maioria (72%) dos empregadores tem um programa de bem-estar no local de trabalho, e outros 11% dizem possuir planos para implantar.

A maioria das organizações com programas de bem-estar (58,5%) teve seu programa no local de trabalho por três ou mais anos.

Quarenta e três por cento (43%) das organizações com programas de bem-estar avaliaram o seu programa como “compreensivo” ou “intermediário” em termos de maturidade.

Fundamentos de Bem-Estar

A pesquisa deste ano focou em muitos dos fundamentos dos programas de bem-estar. O “Conselho de Bem-Estar da América” (WELCOA) identifica sete benchmarks de um projeto bem-sucedido:

1 – Adquirir suporte do CEO

2 – Criar equipe unida de bem-estar

3 – Coletar dados para direcionar os esforços em saúde

4 – Traçar um plano de estratégia detalhada

5 – Escolher intervenções apropriadas

6 – Criar um ambiente de apoio

7 – Avaliar cuidadosamente os resultados

A pesquisa constatou que uma alta porcentagem de empregadores norte-americanos conhecem os fundamentos de gestão e de comunicação:

82% disseram que a administração da empresa estava comprometida com um programa de bem-estar global.

59% disseram que a administração da empresa tinha efetivamente comunicado a importância de se preocupar com a boa saúde dos funcionários.

66% disseram que a gerência sênior alocou os recursos necessários para o seu programa de bem-estar.

45% disseram ter um comitê de bem-estar dedicado no local de trabalho, e outros 17% planejam estabelecer um no próximo ano.

Os empregadores também estão adotando sistemas biométricos para rastrear e avaliar riscos à saúde e, com isso, controlar e garantir o sucesso.

60% dos empregadores oferecem rastreio biométrico para seus empregados, e outros 11% dos empregadores planejam no futuro próximo.

57% dos empregadores oferecem avaliações de risco de saúde para os seus funcionários, e 9% dos empregadores planejam no futuro próximo.

69% oferecem linha clínica e de enfermagem 24h

Metodologia

A Willis realizou sua nona pesquisa anual de Saúde e Produtividade, que incluiu o período de maio a junho de 2015. O estudo perguntou a organizações sobre a gestão da saúde e concepção do programa de bem-estar, assim como seus desafios, prioridades, incentivos, custos médicos e de saúde, e avaliação do programa.

O levantamento foi entregue aos entrevistados eletronicamente. Todas as organizações sediadas nos Estados Unidos eram elegíveis para participar, independentemente do número de funcionários – elas variaram de menos de 100 para mais de 10.000 funcionários. As empresas que responderam o questionário correspondem a diversos setores e regiões geográficas, fornecendo uma amostra abrangente de respostas.

About Ron Leopold

Ronald S. Leopold, MD, MBA, MPH, is National Practice Leader, Health Outcomes at Willis' Human Capital Practice. He…
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